Monchique · sem confirmação há 10 dias
Apartamento T3 à venda em Alferce, Monchique
Alferce, MonchiqueApartamento T3 de 467 m² à venda em Alferce, Monchique por €930.000 — 1.991 €/m², 25% abaixo da mediana de 2.665 €/m² dos apartamentos T3 no concelho. Online há 6 meses, anunciado em 1 portal.
01 · O preço face à zona
25% abaixo da zona
1.991 €/m² face à mediana de 2.665 €/m² dos apartamentos T3 no concelho.
02 · Características
- Ano de construção
- 1951
- Elevador
- Não
- Garagem
- Sim
- Certificado energético
- F
03 · Porquê é oportunidade
- 25% abaixo do concelho
- À venda há 6 meses: margem para negociar
Critério: preço por m² face à mediana dos apartamentos T3 na zona, descidas de preço e novidade do anúncio. Como fazemos o ranking
04 · Descrição do anúncio
Oportunidade única com possibilidade de investimento e construção de projeto turístico localizada numa zone de natureza fantástica. Terreno de 143 250 m2 para venda em Laranjeira - Monchique, Algarve. Esta propriedade ( urbano e rústico ) oferece uma nascente de água natural e acesso a uma vista deslumbrante sobre o campo e as montanhas de Monchique, perto das cascatas, dos miradouros e das Caldas. Composta por : - Casa de habitação com 117 m2 com cozinha, entrada, sala de jantar, 2 quartos, 1 casa de banho, - Enorme garagem/armazém com adega e duas casa de banho - Duas ruinas (190 m2 e 81,7 m2) -Jardim e nascente de água natural - Terrenos para construção Localização a 15 km do centro de Portimão, a 18 km da praia mais próxima e a 76 km do aeroporto de Faro. Não perca esta oportunidade e marque uma visita A beleza também cansa pelo que nos transmite em emoção. Basta que a cor seja um grito, basta que as mutações se entrechoquem. Fujamos pois dos azuis, dos vermelhos, dos amarelos, reconfortemos um pouco o espírito cansado. Só o verde nos servirá de bálsamo e Monchique será o próximo ponto a atingir. A serra, vista de longe, não passa de um bom fundo fotográfico, Deixe de olhar esses terrenos salgados. São tristes e estéreis como a morte. Corre-nos à esquerda a ribeira de Boia e o solo começa a convulsionar-se. Os montes tomam gradualmente altura, unem-se uns aos outros em pregas profundas e a estrada serpenteia entre barreiras de xisto como um réptil fustigado pelo sol. A vegetação adensa-se. Acácias perfiladas ladeiam a faixa de rolagem alcatroada, negra, e as pequenas manchas de pinhal descem até nós. Agora, acácias, cedros e eucaliptos quase se entrelaçam desafiando os raios de sol a atravessar-lhes a folhagem compacta. Um ramal de duas dezenas de metros nos leva até às termas. Desçamos ao Paraíso. Uma abóbada de folhagem nos protege e a ribeira límpida corre molemente rodeando calhaus ora negros, ora avermelhados. Pequenos olhos de sol marcam na terra castanha círculos luminosos. Uma ponte… Uma pequena cascata… As cigarras cantam e tudo é verde à nossa volta. A água vai cavando os extratos xistosos, aprofunda-se cada vez mais e o caminho aperta-se, estrangula-se. Em baixo uma represa desconjuntada, mais além o arco de uma ponte. Um pequeno apontamento. Hortenses azuis… Um lago snob de jardim… Três eucaliptos em cujos troncos meninas românticas cravaram corações e escreveram versos… Uma mesa de pedra… Uma fonte… A fonte dos Amores. Algumas pedras avantajadas, que pararam ao encontrar qualquer obstáculo, lembram os poios semeados do vale do Zêzere. A caminho de Monchique, as encostas talhadas em socalcos têm por vezes o aspeto dos anfiteatros romanos. Começada a subida para a Foia olhemos em volta. Na frente o retalho verde suave dos soutos que sobem de um e de outro lado da ribeira da Serra; a nossos pés os degraus de uma escada monumental que desce até ao Pé da Cruz e a norte a vila que parece deitada na aba de um cerro. Onde encontrou um palmo de terra cultivável, o homem ergueu muros de defesa contra a erosão e plantou jardins. Quão penoso o seu esforço… A água corre por toda a parte. Dá-nos vontade de cair de borco numa prece à terra… A arborização baixa de densidade à medida que subimos, as arestas vivas das massas de pedra são punhais que procuram ferir-nos, o ar torna-se mais puro, a temperatura desce e a montanha recebe-nos desdenhosamente. Uma curva larga… A pirâmide da Foia… Perde-se a noção das distâncias, parece que nos debruçamos ante um mapa em relevo. O Alentejo, na sua vastidão, como que se espreguiça… O recorte da costa surge-nos nítido, vincado… manchas claras de muitas casas juntas. Portimão… Alvor… Lagos… As areias da Meia Praia… Mais longe, Sagres e S. Vicente… E para os lados de Aljezur os montes parecem ventres pejados. Nossa referência: NF015 AL
05 · Localização
Alferce, Monchique · localização aproximada, como o portal a publica.
06 · Anunciado em

Online há 6 meses


